• 29ago

    Ataque ao efeito sanfona
    Mais da metade dos obesos que fazem cirurgia de redução de estômago volta a engordar. Uma nova técnica pode ajudá-los.

    Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI10914-15257,00-ATAQUE+AO+EFEITO+SANFONA.html
    (O destaque é porquê muita gente chega aqui atrás de informações sobre a cirurgia)

    Dieta manda embora a vontade de comer doces
    Se os doces e, principalmente, o chocolate são os grandes vilões da sua dieta vale investir em um cardápio que diminua o desejo de comer guloseimas.
    Fonte: http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_297802.shtml

    Fumante passivo é foco de campanha do Inca
    Estudo divulgado na semana passada pelo Instituto mostrou que todos os dias sete brasileiros morrem por doenças causadas pela exposição à fumaça do tabaco.
    Fonte: http://www.opovo.com.br/saude/815665.html

    Curso da UFSC mostra como parar de fumar
    Evitar café e outros produtos que têm cafeína, como chá preto, erva mate, chocolate e bebidas à base de cola (tipo Coca Cola) são algumas das dicas do professor Joel de Souza, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), para quem quer parar de fumar sozinho.
    Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3143902-EI715,00.html

    Saiba como jogar fora medicamentos vencidos
    Especialista explica que é preciso inutilizar remédios para evitar intoxicação.
    Produtos não devem ser jogados no lixo doméstico na embalagem original.
    Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL739258-5598,00-SAIBA+COMO+JOGAR+FORA+MEDICAMENTOS+VENCIDOS.html


    Para ler mais:

  • 16ago

    Obesidade não determina males de saúde
    Nem toda obesidade significa problema de saúde. É possível ser obeso e não apresentar resistência à insulina nem sinais de arterioesclerose precoce – que sinalizariam problemas cardíacos e risco de diabetes do tipo 2.
    Fonte: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/08/13/e130827900.html

    Dieta na infância afeta desenvolvimento escolar
    Uma dieta inadequada nos primeiros anos de vida tem efeitos no futuro desenvolvimento escolar das crianças. Uma pesquisa das universidades britâncias de Londres e Bristol observou que os pequenos que até os 3 anos consumiam muitos alimentos processados  e om alto teor de sal e açúcar tinham um desempenho pior no colégio.
    Fonte: http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/08/13/dieta_na_infancia_afeta_desenvolvimento_escolar-547725751.asp

    Amamentar previne o câncer de útero
    O Banco de Leite da Maternidade Evangelina Rosa, que é referência nas ações de incentivo ao aleitamento materno no Estado do Piauí, continua trabalhando a conscientização das mães sobre a importância do ato da amamentação, mesmo após as comemorações da Semana Mundial de Aleitamento Materno.
    Fonte: http://180graus.brasilportais.com.br/geral/amamentar-previne-o-cancer-de-utero-37066.html

    MPF quer mais eficiência, pelo SUS, em casos de obesidade mórbida em AL
    O Ministério Público Federal (MPF), encaminhou parecer favorável ao tratamento de obesos mórbidos em Alagoas por meio de cirurgias de redução do estomago custeadas pelo SUS.
    Fonte: http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=alagoas&cod=5804


    Para ler mais:

  • 05jan

    Fonte: http://www.opovo.com.br/opovo/brasil/756834.html

    A pesquisa mostra que atualmente 3% dos brasileiros são obesos mórbidos, índice que tende a crescer. O estudo só analisou pessoas com mais de 18 anos, o que pode esconder um porcentual ainda maior de pessoas acima do peso

    Mais da metade da população brasileira (51%) está acima de seu peso ideal. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), realizada em todas as regiões do País com 2.179 pessoas, revela um dado ainda mais preocupante: entre as pessoas de 18 a 25 anos, esse índice é de 66%.

    Segundo o presidente da SBCBM, Luiz Vicente Berti, as conseqüências desse quadro devem ser sentidas em breve pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Se não tomarmos uma atitude, nenhum sistema de saúde terá dinheiro para pagar essa conta no futuro”, afirmou em São Paulo. A pesquisa mostra que atualmente 3% dos brasileiros são obesos mórbidos, índice que tende a crescer.

    “A pessoa com sobrepeso hoje pode se tornar o obeso de amanhã e o obeso mórbido de um futuro próximo”, declarou. “Estamos sentados em cima de uma bomba que pode explodir em muito pouco tempo”. O estudo só analisou pessoas com mais de 18 anos, o que pode esconder um porcentual ainda maior de pessoas acima do peso.

    “Quando alguém vê um adolescente fumando ou ingerindo álcool, se preocupa com isso, mas o mesmo não ocorre quando vê uma criança comendo na frente do computador ou da televisão”, exemplificou. Apenas 38% dos entrevistados afirmam praticar atividades físicas e 20% usam algum tipo de droga como álcool ou cigarro. As conseqüências também podem ser medidas: 58% das 2.179 pessoas apresentam algum problema de saúde.

    Para 27%, a hipertensão é a principal dessas doenças. Mas outras, como diabete, problemas nas articulações e depressão, também costumam acometer essas pessoas. Em 15% das casas visitadas pelos pesquisadores, seus moradores afirmaram fazer algum tipo de dieta. Os motivos mais citados para a restrição alimentar são a hipertensão, diabete e doenças cardíacas.

    “Esses dados mostram que alguma coisa tem de ser feita, pois lá na ponta o único tratamento para a obesidade mórbida é a cirurgia, que não é isenta de riscos”, afirmou Berti. De acordo com o médico, a cirurgia bariátrica (de redução do estômago) pode ter até 1,5% de risco de morte.

    Os gastos com saúde acompanham os estágios da obesidade. Enquanto uma pessoa com peso considerado normal gasta por ano cerca de R$ 750,00, com remédios e consultas, por exemplo, esse valor sobe para R$ 1.047,00 para os que têm sobrepeso. Os que são considerados obesos leves gastam R$ 1,5 mil por ano. Os obesos mórbidos, cerca de R$ 1,8 mil.

    Além das doenças e gastos associados à obesidade, as atividades cotidianas são outro problema para essas pessoas. Comprar roupas, amarrar os sapatos, subir escadas e manter uma vida sexual foram algumas das atividades em que os entrevistados relataram encontrar as maiores dificuldades.

    Para a secretária Christiani Boiago, de 35 anos, a vontade de ter uma “velhice saudável” fez com que passasse por uma cirurgia bariátrica há cinco meses. Nesse período, passou de 112 para 80 quilos e diminui sua taxa de glicemia, que era quase igual a de um paciente diabético. “Não sou de comer doces, nem gosto de chocolate, mas comia muita massa e salgados fora de hora”, contou.

    Desde antes da operação, paga por seu plano de saúde, a secretária teve o auxílio de um psicólogo para aprender a controlar sua ansiedade. Christiani pesava 62 quilos e após um relacionamento mal resolvido, passou a pesar 120. O acompanhamento psicológico e a reeducação alimentar, segundo o presidente da SBCBM, são fundamentais para evitar que o paciente engorde depois da operação. (das agências de notícias)

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