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Posts com a Tag ‘Alergia’

Produtos com ovo, leite e amendoim podem ter alerta para alergia

Produtos com ovo, leite e amendoim podem ter alerta para alergia
O já conhecido alerta “contém glúten” pode ganhar a companhia de outros avisos sobre a presença, em alimentos, cosméticos e produtos de uso pessoal, das principais substâncias que causam alergias.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Exercício prepara o corpo para enfrentar os desgastes
Começar cedo a praticar atividades físicas garante um corpo mais preparado para enfrentar os desgastes naturais da idade.
Fonte: http://www.opovo.com.br

Açúcar e vitamina C podem potencializar efeitos benéficos do chá verde
Diversos estudos trazem evidências de benefícios para a saúde no consumo de chá verde, incluindo o combate à obesidade e a prevenção a doenças cardiovasculares e a alguns tipos de câncer.
Fonte: http://boasaude.uol.com.br

Desvendando os mitos das dietas
Não adianta se desesperar: emagrecer leva tempo
Fonte: http://minhavida.uol.com.br

Alimentação saudável e mais disposição
Você é o que você come. A máxima está ficando cada vez mais popular e começa a mudar a maneira de encarar a alimentação.
Fonte: http://www.opovo.com.br

Ganho de peso não significa ganho de gordura
É comum as pessoas confundirem aumento de peso com aumento de gordura corporal. Nosso peso na balança é: ossos, órgãos, pele, água, gordura e músculos.
Fonte: http://www2.uol.com.br

O que Vitaminas e Minerais fazem por mim? 5

5- Eu devo tomar Suplementos de Vitaminas e Minerais?

vitaminas5 Vitaminas e Minerais são nutrientes vitais para as funções corporais e prevenção de doenças. Existe um ditado arcaico que diz: “Eu posso obter tudo o que preciso da minha alimentação.” Pode mesmo? Em um estudo feito com 26.000 pessoas, foi concluído que nenhuma pessoa consegue obter todos os nutrientes necessários nas quantidades recomendadas (RDA).

Noventa e Seis por cento da população dos EUA morre de doenças. Nós não estamos tendo uma nutrição adequada.

“Ingestão insuficiente de vitaminas é a causa mais aparente de doenças crônicas… A maioria das pessoas não consome a quantidade ideal somente através da dieta. Evidências fortes de estudos aleatórios afirmam que para todos os adultos seria prudente tomar suplementos de vitaminas.” – American Medical Association.

Suplementos de Vitaminas e Minerais são necessários pelas seguintes razões:

  1. Perda de nutrientes durante as Colheitas: Décadas de agricultura tornaram o solo mais pobre em nutrientes.
  2. Digestão pobre: Comer demais ou muito rápido além do estresse podem causar indigestão. Indigestão reduz a absorção de vitaminas e minerais.
  3. Cozinhar em excesso: Pode destruir facilmente os valiosos nutrientes da alimentação.
  4. Usar o microondas: Estudos sugerem que o cozimento com microondas altera a estrutura do alimento.
  5. Armazenamento do alimento: Tempo de armazenamento e congelamento diminuem o valor nutricional dos alimentos.
  6. Seleção dos Alimentos: Comer de forma muito limitada diminuindo os grupos alimentares irá resultar em deficiências nutricionais.
  7. Omissão de alimentos: Alergias a alimentos, dietas radicais e dietas vegetarianas pouco elaboradas omitem fontes significantes de nutrientes.
  8. Fatores Ambientais: Herbicidas e pesticidas são usados em plantações deixando-as com menor valor nutricional.
  9. Antibióticos: Antibióticos interferem na absorção e assimilação de nutrientes.
  10. Hábitos de Estilo de Vida Pobres: Fumo, álcool e café podem inibir a absorção de vitaminas e minerais ou acelerar a perda de nutrientes.
  11. Estresse: Seja ele físico ou emocional, pode aumentar as necessidades de vitaminas e minerais do corpo.
  12. Falta de Equilíbrio: O nível de cada vitamina e mineral no corpo tem um efeito sobre os outros. Sendo assim, se um está faltando, todos são afetados. Com relação aos antioxidantes, um nunca será mais forte do que vários combinados pois eles suportam um ao outro.
  13. Variação nutricional: Existem diferenças substanciais entre uma fruta ou verdura e outra. Um tomate pode ter valor nutricional 10 vezes maior do que outro. Qual deles você queria comer?

Notícias – 28-Out-2008

Clique no link da fonte para ler a notícia completa!

Medicamentos que causam sonolência podem ter aviso
O excesso de sono é o principal efeito colateral dos medicamentos que interferem na direção.
Fonte: http://www.opovo.com.br

Crescem casos de alergia a alimentos, dizem especialistas
Especialistas estimam que entre 4% e 8% das crianças e de 2% a 4% dos adultos têm algum tipo de alergia e esse número vem crescendo.
Fonte: http://www.badaueonline.com.br

Ataques cardíacos lideram causas de morte no mundo
Depois dos ataques cardíacos, responsáveis por 12% das vítimas fatais, vêm os acidentes vasculares cerebrais (AVCs), com 9,7%. Em nações de renda média, como o Brasil, o vírus da aids já está fora da lista dos 10 maiores vilões.
Fonte: http://www.opovo.com.br

Cientistas criam tomate roxo que ‘pode evitar câncer’
Cientistas britânicos desenvolveram um tomate roxo que, acreditam, poderá ajudar va prevenir câncer.
Fonte: http://oglobo.globo.com

Doença dos ossos acomete mais as mulheres
Doença associada à carência de cálcio nos ossos e que acarreta uma redução da massa óssea, a osteoporose atinge hoje 1/3 das mulheres acima de 50 anos.
Fonte: http://www.correiodesergipe.com

Precaução suspende comercialização de medicamento para obesidade
Acomplia, da sanofi-aventis, pode ter efeitos colaterais psiquiátricos. Falta de cuidado dos pacientes explica, em parte, reações adversas.
Fonte: http://g1.globo.com

Prazer menor leva pessoa a comer demais e à obesidade
Ao saborear um delicioso milkshake de chocolate, o cérebro responde de maneira diferente, dependendo da pessoa.
Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

Frutas: verdades e mentiras

Em maio deste ano eu publiquei um texto chamado “Frutas: vamos comê-las de estômago vazio?”. Eu tinha recebido o texto por e-mail de diversas pessoas e eu vi o mesmo texto em outros sites e resolvi publicar.

Eis que esta semana vejo um novo texto corrigindo as informações assinado pela Fernanda Beraldo Michelazzo. O texto “original” estava sem autor. Para não cometer o mesmo erro, resolvi procurar a Fernanda e achei uma carta dela publicada na Veja e consegui entrar em contato com a Secretaria do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental e fiquei sabendo que a Fernanda foi aluna da Silvia Cozzolino, ou seja, parece que agora temos as informações verdadeiras e com fonte confiável. Segue o texto:

INFORMAÇÕES ERRADAS – Frutas: quando comê-las?

Fernanda Michelazzo

Sou Profa. Dra. em Nutrição pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo e atuo ministrando vários cursos dentro da “Ciência da Nutrição”.

Foi com muita preocupação que tomei conhecimento de e-mail circulando na Internet, recomendando a ingestão de frutas somente com o estômago vazio, o qual deve ter sido formatado provavelmente por médicos especialistas em Nutrologia (é preciso apenas 1 final de semana para receber este título).

Nutricionista seria o profissional mais indicado para discorrer sobre frutas e talvez não cometesse o erro de falar tantas bobagens, informações descabidas e sem respaldo científico:

1) A fruta gasta mais energia para ser digerida que um sorvete, mesmo tendo valor calórico igual. Por exemplo, uma maçã e uma bola pequena de sorvete de frutas: ambos tem em torno de 50 calorias, porém, o saldo calórico da maçã é menor, porque gasta muito mais para ser digerida e não é totalmente absorvida por causa da pectina, ao passo que o sorvete facilmente passa pelo estômago e logo é 100% absorvido. Portanto, a maçã engorda menos que o sorvete, mesmo contendo as mesmas 50 calorias, justamente por gastar mais energia na digestão, além de conter vitaminas minerais. (graças a Deus e ao seu conteúdo de pectina e outras fibras que retardam o esvaziamento do estômago, permitindo assim que os diabéticos possam comê-las sem que haja um aumento na glicemia – teor de açúcar no sangue).

2) A frutose não se transforma rapidamente em glicose. Se assim fosse, os diabéticos estariam proibidos de comer frutas. Além do mais, a Frutose que é o açúcar das frutas é absorvida mais lentamente que a Glicose, e não precisa de insulina para ser metabolizada. Ela é considerada um monossacarídeo (açúcar simples) que também alimenta o cérebro sem precisar ser convertida.

3) É negligente afirmar que a fruta não pode ser consumida após o almoço: MENTIRA. A melhor absorção do Ferro se faz através da Vitamina C, ou seja, para evitar uma anemia, é preciso comer frutas cítricas após o almoço (que geralmente é a refeição com maior conteúdo de Ferro) – para que ele possa ser absorvido.

4) As frutas não passam rapidamente pelo estômago, como diz o email. Ao contrário. Justamente pelo seu teor de fibras, elas demoram mais no estômago, especialmente quando ingeridas com casca, bagaço e sementes, o que é super positivo para as pessoas que precisam emagrecer. Já está comprovado cientificamente que por conta disto as frutas promovem maior saciedade e são excelentes coadjuvantes no emagrecimento.

5) O intestino delgado apenas finaliza a digestão de partículas muito pequenas de alimentos. É o estômago grande responsável pela digestão de todos os alimentos. Pelo amor de Deus, isso é FISIOLOGIA BÁSICA!

6) As frutas não ficam presas nas batatas ou carnes (o que é isso?). No estômago ocorre a mistura dos alimentos formando o bolo alimentar, onde não se distingue mais o que é fruta ou carne ou batata, e sim o que é carboidrato, proteina, gordura e fibra. E é justamente o teor de fibra deste bolo alimentar que irá determinar a liberação do “açúcar” ou da gordura. Quanto mais fibra tiver, ou seja, se a fibra for comida juntamente ou logo após as batatas ou carnes, ela impedirá que o excesso de gordura ou de carboidratos seja absorvido.

Por isso a recomendação DOS ÓRGÃOS INTERNACIONAIS de que AS REFEIÇÕES DEVEM CONTER PELO MENOS UMA FRUTA.

7) É desejável que haja fermentação das fibras no intestino grosso (para que as bactérias benéficas produzam substâncias que irão proteger o coração), ou seja, para não haver fermentação de açúcar, necessário comer FIBRAS. Elas diminuem o risco de câncer e várias outras doenças de alergia no intestino.

As fibras são encontradas em vários alimentos, não só em frutas: vegetais, cereais integrais, por exemplo.

8) Nem todas as Frutas podem ser comidas em jejum. Depende muito de cada caso. É errado generalizar. Se o paciente sofrer de gastrite ou úlcera ou tiver hérnia de hiato ou diverticulite ou síndrome do intestino curto não poderá comer fruta em jejum, principalmente as mais ácidas, como abacaxi, maracujá, acerola,
manga.

9) Estimular a compra de uma centrífuga também não é conveniente. É um produto caríssimo e nem todos tem acesso. Além do mais, o suco aumenta muito mais a glicemia do que a fruta, não sendo recomendado a vontade para diabéticos, obesos, cardíacos, nem para pacientes com síndrome metabólica.

Mais uma vez, não podemos generalizar.

CADA CASO É UM CASO!!!!

O Dr. William Castillo, realmente declarou que fruta é o melhor alimento e protege contra doenças do coração.

Jamais ele disse que ela deveria ser centrifugada ou comida em jejum, ou ainda falou conceitos errados de fisiologia da nutrição.

10) Café e pão branco com manteiga não levam o dia inteiro para serem digeridos e não são lixos.
Os trabalhos científicos revelam que esta composição de refeição pode levar em torno de 2 horas para ser digerido, deixar o estômago, ser absorvidos no intestino e chegar no sangue. É uma boa fonte de energia para pessoas com baixa condição financeira, por exemplo. O que não anula a importância dos pães integrais e acréscimo de frutas no café da manhã.

11) É difícil manter um cardápio só de Frutas. Haja vista porque a “Dieta do abacaxi” (e de outras frutas) fracassou!!!

Os chineses e os japoneses têm hábitos alimentares saudáveis, comem alimentos funcionais e praticam Atividade Física. Tem baixos índices de doenças do coração, mas por conta do uso dos chás quentes, são população com maior índice de câncer de esôfago e estômago.

Cada vez mais os cientistas do mundo inteiro, inclusive os do Brasil, descobrem os benefícios dos diferentes chás da natureza. MAS CUIDADO COM TEMPERATURAS EXTREMAS, ELAS PODEM DAR CÂNCER.

Bebidas geladas não solidificam a gordura!

Mais uma vez FISIOLOGIA BÁSICA: o estômago tem função de igualar a temperatura dos alimentos e formar o bolo alimentar. Tanto faz a temperatura, pois o estômago vai fazer este papel. É bem verdade que alimentos mais mornos do que frios FACILITAM A DIGESTÃO.

Profa. Dra. Fernanda Beraldo Michelazzo

Entrevista Inicial

Quando eu recebo um “pedido de socorro” de alguém que queira usar os produtos ou alguém que já está usando e nào está tendo resultados, eu procuro traçar o perfil do cliente com algumas perguntas. Segue abaixo minha pequena entrevista e abaixo eu comento cada pergunta. Bom uso :)

  • Qual seu nome e estado?
    É bom saber com quem estou lidando. Se a pessoa morar em alguma cidade onde eu tenha algum Distribuidor trabalhando comigo, posso ver se repasso o atendimento.
  • Qual sua idade?
    Dependendo da idade, a pessoa pode ter necessidades específicas, como o caso de crianças ou idosos.
  • Qual seu peso atual e altura?
    O velho IMC entra em ação. É bom para saber de uma maneira genérica como o cliente está. Lembre-se que mais importante que isso é onde a gordura está. Lembram do meu antigo post sobre IMC?
  • Qual o peso que deseja alcançar?
    Hora de ver as expectativas…
  • Quando foi a última vez em que você pesou seu peso desejado?
    Aqui é para fazer entender que a pessoa não vai perder aqueles malditos 20kg em 2 semanas, entenderam? Ela levou algum tempo para chegar onde chegou.
  • Quantos copos de água você bebe por dia?
    Espero que vocês entendam que devemos beber cerca de 3 litros de água por dia para manter o equilíbrio hídrico. Pessoas que bebem pouca água tem a redução de peso prejudicada.
  • Já tentou perder peso alguma vez?
    Caso a pessoa seja aquele fanática por dietas, temos novamente os resultados comprometidos pois talvez seu corpo já esteja adaptado a trabalhar com poucas calorias e com isso, o desempenho do programa é afetado.
  • Conhece os produtos da Herbalife ou conhece alguém que já tenha usado?
    Para saber se o cliente já tem noção de uso dos produtos.
  • Possui alguma doença? Asma, fadiga, problemas de tireóide?
    Isso ajuda a recomendar alguns produtos e evitar, por exemplo, o chá para cardíacos (cafeína) ou o FirmCell para pessoas com problemas de tireóide (Iodo). Não que seja proibido, mas acompanhamento médico nesses casos é MUITO importante.
  • Está grávida, amamentando ou possui alguma alergia ou restrição alimentar?
    Mais uma vez, necessidades específicas e acompanhamento médico. A alergia é para ver se isso irá comprometer o cliente em algum produto ou saber se o cliente tem a doença celíaca (problemas com glúten), que está presente em muitos produtos.
  • Está acostumado a tomar leite no seu dia-a-dia?
    A famosa alergia à lactose. Preparar o shake com leite de soja, Ades e outras opções.

Espero que as perguntas acima ajude os Distribuidores no seu dia-a-dia e espero que futuros clientes ja entrem em contato comigo com as informaçoes acima ;)

Recomendação de Livro: "O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você"

Mês passado comecei a ler este livro. O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você. O médico-autor não é da Herbalife. Para poupar meus comentários, apresento aqui um resumo da Introdução e do Capítulo 1, retirados do blog Saiba Você Também, que também recomendo:

Resumo Introdução, livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você”

“Os médicos se concentram em doenças. Estudamos doenças. Procuramos doenças. Somos treinados farmaceuticamente para tratar doenças. E, para isso, conhecemos os medicamentos. Na faculdade de medicina, estudamos farmacologia e aprendemos sobre a maneira como o corpo absorve cada droga, bem como quando e com ele a excreta. (…)

Todavia, é evidente que é muito mais fácil manter nossa saúde do que tentar recuperá-la após ter sido perdida. A prevenção de doenças deveria ser a primeira preocupação de todo médico. (…)

Você sabia que menos de 6% de todos os médicos que se formam recebem algum tratamento formal em nutrição? E ouso afirmar que poucos médicos recebem na faculdade algum treinamento sobre suplementação nutricional. Isso se aplica certamente a meu caso. (…)

Nos primeiros 22 anos de minha prática clínica, eu simplesmente não acreditava em suplementos nutricionais. Durante os últimos 7 anos, contudo, reconsiderei minha posição com base em recentes estudos publicados na literatura médica. O que descobri é tão notável que mudei o rumo de minha prática médica. Eu me converti. (…)

Outra razão por que os médicos não aceitaram a idéia dos suplementos nutricionais como uma boa medicina preventiva é o fato de que a maior parte dos médicos praticantes não compreende devidamente a causa das doenças degenerativas. Os que compreendem sentem que ela é um assunto interessante para o bioquímico e para os pesquisadores científicos, mas que tem pouca utilidade prática na medicina clínica. (…)

Embora a maior parte dos médicos ainda não compreenda bem os conceitos aqui apresentados, os fatos permanecem. (…)

Nesta época de pesquisas bioquímicas, já somos capazes de determinar o que está acontecendo em qualquer parte de qualquer célula, e a própria essência das doenças degenerativas está vindo à luz. Assim sendo, recomendo este livro aos médicos que estejam dispostos a encarar objetivamente evidências médicas. (…)

Deixe-me mostrar-lhe a mesma evidência médica que me fez acreditar que os suplementos vitamínicos podem proteger e melhorar a saúde. (…)

(…) como é a sua vida e sua saúde que se encontram em jogo, incentivo-o a ouvir-me evitando julgamentos. Tudo o que peço é que você seja um cético de mente aberta – o tipo de pesquisador que eu era quando descobri essa forma magnífica de medicina preventiva. Eu precisei ter um pouco de humildade para aceitar que, embora fosse um bom médico, ainda tinha muito a aprender sobre saúde. E então, você está disposto a fazer o mesmo?”

Resumo cap 1, livro: “O que o seu Médico não sabe sobre Medicina Nutricional pode estar Matando Você”

“Eu já não sabia quanto de frustação ainda seria capaz de tolerar com a saúde declinante de minha esposa. E eu não era apenas mais um marido preocupado: era um médico. (…)

Finalmente, após testes e avaliações, os médicos disgnosticaram o problema de Liz como sendo Fibromialgia. Esta condição médica envolve diversos sintomas – os piores sendo a dor crônica e a fadiga. (…)

Como a fibromialgia não tem cura, tudo o que pude fazer para minimizar os sintomas de Liz foi carregá-la de medicamentos. Eu a fiz tomar amitriptilina à noite para dormir, antiinflamatórios para dor, relaxantes musculares, inaladores para asma e febre do feno, seldane para alergias e até mesmo injeções antialérgicas semanais. Apesar de meus esforços e de toda essa medicação, sua saúde piorava ano após ano. (…)

Quando perguntei quanto tempo levaria para que ela se recuperasse, a resposta foi que de seis a nove meses – ou talvez nunca.

Mais ou menos por essa época, uma amiga da família comentou com Liz que seu marido também tivera pneumonia e sofrera com uma grande fadiga durante a convalescência. Ele tomou certos suplementos nutricionais, e estes o ajudaram a recuperar as forças. Liz e sua amiga sabiam de minha atitude negativa com relação a suplementos nutricionais, então Liz tinha ciência de que precisaria de minha aprovação antes de experimentá-los. Quando me abordou, até eu fiquei surpreso com minha resposta: “Querida, pode tentar o que quiser. Nós, médicos, não estamos lhe fazendo nenhum bem.”

Para ser sincero, eu não sabia quase nada sobre nutrição ou suplementação nutricional. Na faculdade de medicina não tinha recebido quase nenhuma instrução sobre o assunto. E não estava sozinho. Apenas 6% dos médicos formando-se atualmente nos Estados Unidos têm algum treinamento em nutrição. (…)

Em função do respeito que têm pelos médicos, as pessoas presumem que somos especialistas em todos os problemas relacionados à saúde, incluindo nutrição e vitaminas. Antes de minha experiência de conversão a medicina nutricional, meus pacientes perguntavam-me com frequência se eu achava que tomar vitaminas trazia algum benefício à saúde. Eles levavam seus frascos de suplementos ao consultório e me faziam examiná-los. Eu franzia o cenho e, com minha expressão profissional mais astuta, examinava cuidadosamente os rótulos. Devolvendo os frascos, respondia que aquela droga não servia para nada.

Meus motivos eram bons: eu não queria que as pessoas desperdiçassem seu dinheiro. Eu acreditava realmente que aqueles pacientes não precisavam de suplementos e podiam obter todas as vitaminas que precisavam com uma boa dieta. Afinal de contas, é isso o que aprendi na faculdade de medicina. Eu podia até citar algumas pesquisas que apontavam o perigo potencial de certos suplementos. O que não dizia a meus pacientes é que eu não tinha passado um minuto sequer avaliando as centenas de estudos científicos que provavam o valor da suplementação para a saúde.

Mas o que fazer com minha esposa doente? Eu podia bancar o mágico profissional no consultório, mas, em casa, era apenas outro marido desamparado, vendo a esposa fenecer. Eu realmente não tinha escolha, e por isso disse à Liz: “Vá em frente, experimente as vitaminas. O que você tem a perder?”.

No dia seguintes, sua amiga nos trouxe um série de suplementos vitamínicos – carregados em antioxidantes: nutrientes como vitamina E, vitamina C e betacaroteno, que protegiam o corpo contra os efeitos nocivos da oxidação. Liz os engoliu com avidez, e emborcou ainda dois copos de líquidos para a saúde. Para meu espanto, em três dias ela se sentia visivelmente melhor. Fique feliz por ela, mas confudo. Conforme os dias seguintes transcorriam, Liz ganhava mais força e energia, e até mesmo ficava em pé à noitinha. Depois de três semanas ingerindo pílulas e tomando aquelas bebidas de aparência exótica, ela se sentia tão bem que parou com os esteróides e os tratamentos com nebulizador.

Três meses se passaram, todos trazendo melhoras graduais, e Liz não sofreu nenhuma recaída. Ela estava mais forte do que jamais se sentira em anos, e exalava uma renovada perspectiva para a vida. (…)

O que havia ocorrido? Eu estava aturdido. Se não tivesse sido testemunha ocular desta transformação, nunca acreditaria nela. Seria possível que algumas “vitaminas esquisitas” tivessem restaurado a saúde de minha esposa quando todos os medicamentos e toda a perícia médica eram incapazes de ajudar? (…)

Vasculhando uma livraria uma semana depois, vi um livro do Dr.Kenneth Cooper chamado “A Revolução Antioxidante”, 1994. O Dr.Cooper explica um processo chamado “estresse oxidativo”, que segundo ele, é a causa subjacente de doenças degenerativas crônicas – essencial

mente um “quem é quem” dos problemas de saúde que flagelam hoje a humanidade. Devorei o livro. (…)

Pesquisas científicas demonstraram, para além de quaisquer dúvidas, que o estresse oxidativo, ou dano celular por radicais livres, é a causa primária de mais de setenta doenças degenerativas crônicas. O mesmo processo que faz o ferro enferrujar ou uma maça cortada ficar marrom é o iniciador subjacente de doenças como a arterial coronariana, o câncer, a apoplexia, a artrite, a esclerose múltipla, o mal Alzheimer e a degeneração macular. (…)

Saber quão livremente o estresse oxidativo prejudica o organismo foi algo que mudou minha perspectiva com relação às doenças degenerativas crônicas. Por exemplo, como o estresse oxidativo pode causar danos até mesmo ao núcleo de DNA das células, ele pode ser o verdadeiro vilão do câncer. (…)

(…) o Dr.Cooper descobriu que alguns atletas que treinavam intensamente acabaram enfrentando sérias moléstias crônicas. Todos mostravam sinais de estresse oxidativo… (…)

Somente no ano passado examinei mais de 1.300 estudos médicos editados por especialistas versando sobre suplementos nutricionais e o modo como estes afetam as doenças degenerativas crônicas. Esses estudos eram ensaios clínicos do tipo duplo-cego, controlados com placebo, o tipo que os médicos adoram. A suprema maioria destes estudos aponta uma melhora significativa de saúde entre pacientes que tomavam nutrientes em níveis otimizados, os quais são significativamente mais altos que o nível dos valores diários de referência.

Quando você conhece o tremendo dano que o estresse oxidativo inflige ao corpo humano durante a vida cotidiana normal, percebe o quão importante é otimizar seu próprio sistema de defesa natural. Sua saúde e sua vida dependem disso. (…)

Concluí, após muito estudo, que usar a suplementação nutricional em pacientes não é uma medicina alternativa, mas uma medicina complementar. Na verdade, isso pode representar o que há de melhor na corrente central da medicina, pois é um verdadeiro método preventivo. Tomar suplementos nutricionais não é erradicar doenças: é promover uma saúde vibrante.

Depois de avaliar os estudos médicos, já não tenho absolutamente dúvida de que aqueles dentre meus meus pacientes que tomam suplementos nutricionais de alta qualidade têm ganhos de saúde superiores aos dos que não tomam. Embora o paciente possa ter um problema de saúde específico, quando recomendo os suplementos não estou tratando necessariamente daquele problema em particular. Estou simplesmente cuidando para que o presente forneça a seu corpo nutrientes nos níveis otimizados – os quais, conforme demonstram estudos baseados em pesquisas médicas , proporcionam benefícios à saúde. Chamei essa abordagem à saúde de nutrição celular, algo que permite ao corpo realizar aquilo que Deus planejou. (…)”